Holanda: país das magrelas
01:04:00 Postado por Sidnelson

A Holanda é conhecida como o país dos moinhos de vento, das tulipas, dos sapatinhos de madeira. Mas quem tem a oportunidade de conhecer a Holanda, descobre que aqui é também o país das bicicletas. Duvido que em outro lugar esse meio de transporte seja tão popular. Para se ter uma idéia, em Amsterdam o estacionamento de bicicletas da Estação Central comporta 8 mil delas!
Nas ruas, o trânsito está todo adaptado para o tráfego das bicicletas, com ciclovias e até sinaleiras especiais. Pessoas de todas as idades são adeptas desse meio de transporte, tanto homens quanto mulheres. Não se vê muitas crianças andando de bicicleta sozinhas nas ruas, a não ser em parques, mas jovens e até idosos, sim. As mulheres andam de saias e salto alto e alguns homens andam até de terno. Eles têm uma prática incrível, mesmo com sacolas de compras os holandeses conseguem se equilibrar bem no veículo.
Para o pedestre é necessário atenção em dobro. Antes de atravessar a rua, é necessário cuidar dos carros, dos ônibus, trans (ou trens, que são uma espécie de bonde), além das bicicletas. Sim, pois a bicicleta têm preferência ao pedestre. Quando um transeunte vai atravessar a rua e não vê uma bicicleta, o ciclista toca uma espécie de sininho para alertar o pedestre. Chega a ser engraçada a confusão de sons. As sinaleiras tocam um som diferente quando o sinal está aberto, para alertar os cegos. Os trans tocam um som de aviso quando estão prestes a passar, e ainda há o barulho dos sinos das bicicletas. O mesmo acontece com as sinaleiras: para pedestres, para carros, para bicicletas e um sinal de advertência quando vai passar um tram.
Realmente a bicicleta é um meio de locomoção muito vantajoso. Além de ser econômico, se comparado a carros ou motocicletas (uma nova custa entre 200 e 400 euros e uma usada de 50 a 150 euros), não necessita de gastos com combustível, não é poluente, não congestiona a cidade e não acarreta problemas para estacionar.
Mas se a bicicleta tem tantas vantagens, por que não é popular no Brasil?
Primeiro, com poucas exceções, as cidades brasileiras não são planas. Imagine como seria andar de bicicleta todos os dias em Porto Alegre, por exemplo. Para começar, uma lombinha da Ramiro, a ladeira da Lucas, ou que tal encarar um morro Santo Antônio… não tem ciclista que agüente. Na Holanda não existem morros ou elevações. Tudo é completamente plano, o que facilita e muito a multiplicação desse meio de transporte.
Segundo motivo, falta estrutura e educação. Em Porto Alegre já é perigoso andar de motocicleta, imagina de bicicleta! Sem ciclovias, as bicicletas acabam atrapalhando o trânsito, e os ciclistas correm o perigo de serem atropelados.
E terceiro, o problema da violência. Na Holanda, o roubo de bicicletas é muito comum e existe um verdadeiro mercado de bicicletas roubadas que são vendidas por 10, 20 euros, Mas a diferença é que aqui o ciclista apenas perde sua bicicleta, que geralmente não encontra mais no estacionamento; mas quase inexistem agressões e assaltos. Já no Brasil, infelizmente, uma bicicleta pode custar uma vida.
Menos carros e mais bicicletas
00:21:00 Postado por Sidnelson

Todo mundo fala em aquecimento global, mas se esquece dos grandes vilões dessa história, os veiculos automotores (carros, caminhões, motos, etc...). É difícil discutir e chegar a uma conclusão, quando tem dinheiro, emprego e, talves até conforto, da parte de quem não abre mão de seu veículo pra nada. E quando nós os ciclistas saimos às ruas, para defender o meio ambiente, lutar por um ar mais puro, somos ignorados e ainda levamos a culpa de garrar o trânsito que já é um caus em todas as cidades brasileiras. Quando na verdade só estamos pensando em melhorar a qualidade de vida das pessoas, praticando um esporte saudável, enquanto vai para o trabalho, escola, academia, não importa o que vai fazer. Se cada motorista pensasse bem, ele gastaria menos, teria menos estresse, poluiria menos e melhoraria sua qualidade de vida. Se você é dessas pessoas que não pode viver sem o carro no seu dia a dia e, conhece alguma pessoa que trabalha próximo a você, ofereça carona, alugue um veículo e rache a grana do transporte. Fazendo assim, iremos respirar menos Gás Carbônico e, exercer atividades físicas. Vamos fazer do Brasil e do mundo um lugar melhor pra se viver.
Super xião
00:05:00 Postado por Sidnelson
Uma animação básica, mas que exige muita criatividade.
Bike trial
00:00:00 Postado por Sidnelson
É uma categoria onde o competidor precisa passar obstáculos grandes como: latões de lixo, escadas (subindo, é claro), mesas de camping (aquelas bem altas), carros e esse tipo de coisa. Ganha o competidor que menos encostar o pé no chão. As bikes normalmente usam quadros muito pequenos, aros menores, freios hidráulicos e pneus bem vazios para o competidor poder "quicar" melhor. Infelizmente, aqui no Brasil esse tipo de esporte não é muito difundido.
As aparências enganam
15:02:00 Postado por Sidnelson

Aquela velha mania de julgar as pessoas sem antes darmos a chance dela falar ou se defender. Foi o que aconteceu com essa mulher, Susan Boyle é uma escocesa tímida de 47 anos, nem um pouco bonita, solitária (vive com o seu gato Peppers) e disse que nunca foi beijada. Achou que sabia cantar, criou coragem e se inscreveu para participar do “Britain’s got talent”, um programa estilo “Ídolos”, da TV inglesa. A canção escolhida foi “I dreamed a dream”, do musical “Les miserables”.
Antes de começar a interpretar “I dreamed a dream” no palco, Susan Boyle se vê obrigada a responder algumas perguntas de Simon Cowell, um dos jurados e conhecido por maltratar aspirantes a celebridade no programa “American Idol”.
A cada resposta que dava a Simon, ao falar um pouco de si e dos seus sonhos, com mais certeza o público ficava de que estavam diante de um grande mico, e muitos risadas iriam soltar.
Susan então finalmente começa a cantar e ao término de sua apresentação ninguém da um único riso.
Este vídeo já ta rolando há alguns dias na internet, e é sucesso de visualições no youtube, click no link abaixo e veja o vídeo legendado.
Clique aqui e veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk
Bikers radicais
09:31:00 Postado por Sidnelson
Freeride é uma modalidade dentro do MTB ( Mountain Bike ), que envolve saltos, obstáculos, drops e etc. e que pode ser praticado tanto na Rua ( Street MTB, Urban Assault ou Urban Ride ), no caso um Freeride Urbano, ou pode ser praticado também na terra, em Trilhas por exemplo, nesse desporto, é exigido uma Bike diferente das comuns. Para um freeride urbano, geralmente são utilizadas bikes de quadro baixo, 13,5 .. 14 .. 15 e 16 polegadas .. suspensões variam, geralmente de 80mm a 150mm, é um desporto que contem muita adrenalina, coragem e altos tombos ! Por isso, nunca se esqueça do equipamento adequado ! Um freeride na terra, em Trilhas, é um pouco mais pesado, geralmente são usadas bikes " full ", com suspensão no quadro, e suspensões na frente com o curso um pouco maior, pode variar geralmente de 100mm a 200mm .. como as suspensões de " Downhill " outra modalidade. e os obstaculos são um pouco mais difíceis do que os de Freeride Urbano, por que contém árvores, pedras e etc.
Pampulha Belo Horizonte
09:29:00 Postado por Sidnelson

O outro lado da Pampulha
09:28:00 Postado por Sidnelson

Por Falta de conscientização de algumas pessoas que frequentam o local, jogando lixo onde não deve, carroceiros com entulhos de construções e esgoto das localidades próximos a região da Pampulha,estes problemas vão aparecendo aos poucos e tomando uma proporção gigantesca. Recentemente, a orla da Pampulha foi limpa,com a retirada de entulhos e garrafas pet. Falta também as autoridades competentes fiscalizar e, as pessoas terem mais consciência e, preservarem o meio ambiente.
Comissão debate projeto relativo ao cartão BHBUS
23:29:00 Postado por Sidnelson
A Comissão de Administração Pública da Câmara Municipal de Belo Horizonte analisou na segunda-feira, 20 de abril, o Projeto de Lei 76/09. A proposta teve como relator, o vereador e corregedor da Casa, João Oscar (PRP). O parecer pela rejeição foi mantido pela Comissão.
A proposta, de autoria da vereadora Neusinha Santos (PT), institui o cartão eletrônico como documento identificador dos beneficiários da gratuidade nos transportes municipais.
De acordo com o projeto, a pessoa que possui o direito ao benefício somente não passará pela roleta caso tenha alguma limitação física. O cidadão deverá validar seu cartão anualmente. A Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) ficará responsável pelos procedimentos cabíveis ao cadastramento e emissão do mesmo aos maiores de 65 anos.
A proposta estabelece que, nos ônibus suplementares, o beneficiário da gratuidade nos transportes públicos coletivos municipais, irá se identificar junto ao motorista do veículo, para que a validade do cartão eletrônico seja conferida.
De acordo com a justificativa do projeto, o objetivo é ordenar a implementação legal do cartão BHBUS/Benefício. “O transporte é algo de interesse local. A Constituição Federal, em seu artigo30, inciso V, capítulo IV, Título III, garante que a pessoa que more em outra cidade e esteja na capital mineira seja beneficiada. Isso dará segurança e conforto ao idoso”.
Segundo o vereador João Oscar o parecer foi pela rejeição, porque o objetivo do projeto já é contemplado pela lei nº5953, de 31 de julho de 1991. “A lei determina que é de responsabilidade da BHTrans organizar a prestação de serviços públicos relativos a transporte coletivo e individual de passageiros”, destaca o parlamentar. “O cartão de gratuidade para usuários da terceira idade está em processo de implantação, com previsão de utilização ainda para o primeiro trimestre desse ano”, acrescenta.
João Oscar também destaca a lei 9.337, de 30 janeiro de 2007, originária do projeto de lei nº46/05, de autoria do ex-vereador Sérgio Ferrara, que institui o cartão eletrônico como único documento identificador dos beneficiários da gratuidade nos transportes municipais.
A matéria que tramita em primeiro turno foi analisada pela comissão de Legislação e Justiça e teve o parecer pela antijuridicidade, do relator, vereador Pablo César de Souza ‘Pablito’ (PTC), aprovado.
A reunião da Comissão de Administração Pública ocorreu às 13h20, no Plenário Helvécio Arantes. Comparecerem os vereadores Luís Tibé (PT do B), presidente da Comissão, Iran Barbosa (PMDB) e João Oscar (PRP).
Fonte: Câmara Municipal de Belo Horizonte
Portfólio
15:20:00 Postado por Sidnelson
Acaba a mamata de deputados com passagens aéreas
14:45:00 Postado por Sidnelson

Apos uma sequência de denúncias, a câmara restringe o uso de passagens aéreas a parlamentares. A partir de agora, os bilhetes só poderão ser usados pelos pró-prios deputados em atividade no Brasil. Antes disso, parentes e amigos estavam indo e vindo, conhecendo lugares maravilhosos as custas de nós pobres trabalhadores.
Se caso o deputado não fizer uso da verba de passagens aéreas, terá que devolver o dinheio aos cofres públicos, ou então, acumulam as sobras para uso futuro.
Com as novas regras, viagens para fora do Brasil deverá ser aprovada pela "mesa diretora" (Órgão da Câmara encarregado de dirigir os trabalhos, com atribuições de natureza legislativa e administrativa.
Os deputados terão gastos com passagens aéreas mensais no mínimo R$ 3.764 reais e o máximo de R$ 14.989 reais, já incorporado com o corte de 20 por cento decidido semana passada.
Os deputados tem muita mordomia, e concerteza não estão sentindo na pele o que o cidadão está passando (transporte público precário, assaltos, fome, entre outras coisas). Ganhando salários que para nós é uma fortuna. Eu estou falando do político corrupto, que não tá nem aí para o povo, quanto ao salário é de forma geral, trabalham pouco por muito.
Henrique Meirelles: "Brasil reage bem aos impactos da crise"
14:31:00 Postado por Sidnelson

A recuperação, nos primeiros meses do ano, das vendas no varejo, da produção e vendas de veículos, e do valor dos salários sinaliza que o país tem reagido de forma positiva aos impactos da crise financeira mundial, afirmou nesta quarta-feira (25) o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, em audiência pública no Senado. Para Meirelles, contribuíram para essa reação o amadurecimento do mercado interno e o montante de reservas internacionais e de depósitos compulsórios disponíveis no início da crise, permitindo que o governo adotasse medidas necessárias à proteção da economia nacional.
- Apesar de enfrentar problemas, o Brasil está hoje em melhores condições que a grande maioria dos países emergentes - afirmou ele. Meirelles falou aos senadores das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Acompanhamento da Crise Financeira e de Empregabilidade, em audiência pública conjunta.
Para o presidente do Banco Central, a expressiva queda do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no último trimestre de 2008 deve ser avaliada como uma redução do acelerado crescimento verificado no período anterior - o país registrou 6,8% de crescimento do PIB no terceiro trimestre de 2008 e 1,3% nos três meses seguintes. Apesar de a queda refletir problemas enfrentados pela economia real, disse, a manutenção de índices positivos dão tranquilidade para a gestão da crise.
Conforme dados apresentados pelo economista, a venda de veículos, que caiu a 180 mil unidades mensais em dezembro de 2008, chegou a 260 mil unidades comercializadas em janeiro, patamar próximo ao observado antes de crise (280 mil carros). Movimento semelhante, disse, vem ocorrendo nas vendas no varejo, que em janeiro cresceram 1,4% em relação ao mês anterior.
Para Meirelles, os dados positivos podem ser explicados pelo fato de o volume de crédito doméstico no país (US$ 620 bilhões), antes da crise, ser significativamente superior ao montante de crédito externo (US$ 97 bilhões), reduzindo a exposição do país à turbulência no mercado internacional. Em consequência, disse, a expectativa das taxas de juros continuou declinante, ao contrário do ocorrido em outras crises. Conforme explicou, a forte dependência externa do país no passado obrigava a elevação das taxas de juros em momentos de crise na economia global.
Também a redução da parcela de dívida pública atrelada à variação cambial e o aumento da fatia de débitos pré-fixados ou atrelados a índices de preços foram apontados como fatores relevantes para a estabilidade da economia. Em consequência, observou, a expectativa de queda de inflação se mantém, mesmo com toda a turbulência na economia mundial.
Mesmo com essa situação favorável, o presidente do Banco Central destacou a adoção de medidas para ampliar a liquidez no mercado de crédito, como o aumento de recursos para financiamentos via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a elevação de aportes no crédito rural. Ao manifestar preocupação com a perda da capacidade de financiamento dos bancos pequenos e médios, Meirelles informou que o Banco Central estuda mecanismos para dar maior competitividade a esse segmento.
A audiência pública foi conduzida pelo presidente do colegiado, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN).
Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=89199&codAplicativo=2






